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Sobre a Tropa


Nascida no 23° Grupo Escoteiro Antônio Mourão Guimarães, a Tropa Escoteira Hussardos, faz parte do Ramo Escoteiro (jovens na faixa etária compreendida entre 11 a 14 anos-POR) possuindo quatro patrulhas. Patrulhas Águia, Coruja, Kráter e Leopardo. O nome Hussardos instituiu-se em nossa Tropa fazendo uma menção ao grande e glorioso 13° Regimento de Hussardos, o qual fez parte o eterno fundador do escotismo ROBERT STEPHENSON SMITH BADEN POWELL.
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Composição da Tropa


Chefe de Tropa: 
Chefe Robson Moreira

Chefes Assistentes: 
Ana Luíza Miranda            Andre Dantas           Lívia Gendorf           Marcus Husbert
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O 13º Regimento de Hussardos

Reconhece-se o verdadeiro Chefe por
este sinal; sua simples presença é, para
os homens que ele dirige, um estímulo
para se superarem a serviço da causa
comum. Substitua “presença” por “lembrança”
e teremos um Grande Chefe.
G. Courtois

O 13º Regimento de Hussardos foi criado em 1715, (ele ainda existe de certa forma) possuidor de grandes tradições. Sua história inclui a participação nas Guerras Napoleônicas com destaque para as batalhas de Waterloo, Península, Toulouse, Orthes, Vitória e Albuhera; na Guerra da Criméia (Rússia), nas batalhas de Alma, Balaclava, Inkermann e Sebastopol; e na Guerra dos Bôeres, na libertação do cerco de Ladyssmith. O Regimento atuou também na Índia e no Afeganistão.
Após a 1ª Guerra Mundial, o 13º regimento de Hussardos foi unido ao 18º, formando o 13º / 18º Royal Hussars em 1922. Este “novo” regimento participou da 2º Guerra Mundial, estando presente no famoso “Dia D” (6 de junho de 1944) e, após a guerra, serviu na Alemanha. Nos tempos atuais esteve presente na Guerra do Golfo. Em 1992 o 13º / 18º foi consolidado com o 15º / 19º para formar um novo regimento, o “Ligth Dragoons”.
A lealdade a um regimento era uma das maiores tradições do Exercito Inglês. Cada regimento era como uma grande família zelosa de suas tradições e heranças, e normalmente seus membros não eram transferidos contra sua vontade. Este espírito de corpo muitas vezes fez com que um regimento em situação difícil transformasse uma derrota iminente numa vitória consagradora.
Baden-Powell não teve a honra de comandar o seu querido regimento. Como ele galgou suas promoções muito rapidamente, alcançando o posto de coronel antes do tempo normal, e, como havia outros oficiais menos graduados ocupando postos entre ele e o comandante, a solução encontrada pelo Exército foi designá-lo para comandante de outro regimento, o 5º de Dragoon Guards, então sediado na Índia.
A partida de B-P resultou num fato curioso. Ele não gostava de despedidas e pediu ao seu ordenança para que, em segredo, providenciasse um transporte para que ele deixasse o regimento antes do café da manhã, enquanto todos dormiam. Naquela época, manifestações de simpatia e apreço entre oficiais e subalternos não eram comuns e nem estimulados nas forças armadas, mas o que aconteceu demonstra o quanto B-P era estimado pelos soldados. Quando ele deslizou para fora do seu alojamento, avistou o veículo parado na rua esperando-o, mas havia algo mais. O sargento líder da banda regimental, que ocupava o lugar de condutor, ergueu seu bastão e a banda começou a tocar uma marcha militar; os homens do esquadrão de B-P, segurando longas cordas, começaram a puxar o veículo no lugar dos cavalos, e o restante do regimento estava alinhado em despedida ao seu popular oficial.
Vários anos depois, em 1912, já reformado no posto de Tenente-General, B-P foi homenageado com a nomeação para “Coronel Honorário” do 13º Regimento de Hussardos.

Texto extraído do Livro Chapelão.

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